sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Novos chassis “brasileiros” da BYD

Durante a próxima Fetransrio, feira brasileira do ônibus, a fabricante BYD irá apresentar dois novos chassis com tração elétrica, desenvolvidos para o transporte urbano, bem como para serviços de fretamento. Os veículos, denominados  D7M, para carroçarias com até nove metros de comprimento, e D9W para encarroçamento de 13,20 metros, na categoria Padron, serão produzidos na planta brasileira da marca, na cidade de Campinas (SP), a partir do ano que vem e contam com autonomia variando entre 200 e 350 quilômetros, dependendo da configuração escolhida.

De acordo com a BYD, além dos citados modelos, outras versões urbanas também serão produzidas em sua fábrica em 2017, como o chassi para encarroçamento de 15 metros de comprimento e o articulado, com 18 metros. A fabricante revela que suas versões elétricas maiores podem apresentar resultados positivos na operação, como um custo total 20% menor em 10 anos de uso em relação ao modelo com propulsão a diesel.

A parceria com as encarroçadoras brasileiras irá se fortalecer no ano que vem. De acordo com a BYD, Caio, Marcopolo e Volare já terão seus modelos de carroçarias equipados com os chassis de tração elétrica. Outra novidade será o desenvolvimento de chassis para aplicação rodoviária. “Vamos ampliar o nosso portfólio de chassis com traça elétrica para as diversas aplicações no Brasil. E pretendemos, até meados de 2017, produzir 45 unidades de diferentes modelos”, disse Adalberto Maluf, diretor de Marketing, Sustentabilidade e Novos Negócios da BYD do Brasil. O executivo destaca um cenário futuro positivo para a tecnologia desenvolvida pela marca, como os incentivos promovidos aqui e pelo mundo para um transporte público limpo, livre das emissões poluentes. “Há uma mobilização em grandes cidades do mundo por mobilidade limpa e com qualidade. E nossos ônibus elétricos são soluções viáveis para ambientes urbanos mais equilibrados, tanto no lado operacional, como no aspecto ecológico”, observou Maluf.

Fonte: Revista AutoBus

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