quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Neobus busca ampliar a produção no país e acelera exportação

Divulgação
Ampliar sua presença no mercado internacional e iniciar a retomada de níveis de produção mais elevados, estes são os objetivos da NEOBUS. Com 17 anos de atuação no mercado brasileiro de ônibus, a fabricante conquistou expressiva participação e imagem pelo padrão de qualidade de seus produtos e pela agilidade em oferecer modelos diferenciados e inovadores, como os ônibus BRTs e, mais recentemente, a família New Road de rodoviários.

Sempre focada no atendimento da demanda do mercado nacional, a empresa tem sofrido, nos últimos três anos, com a grande queda de vendas. Para reverter este cenário, a empresa está adotando um modelo de administração adequado ao atual momento econômico do País e aplicação das melhores práticas de gestão.

“Estamos trabalhando direcionados para a recuperação dos níveis históricos de desempenho da empresa e, para isso, vamos reforçar o que temos de melhor, como a identidade da nossa marca, reconhecida no mercado pela inovação, robustez e serviço de pós-venda, e incrementar nossa presença internacional e o portfólio de produtos”, explica o novo CEO, Alexandre Pontalti.

“Precisamos, ao mesmo tempo, nos manter perto de nossos clientes no Brasil, como fizemos desde o início de nossas atividades, e ampliar a presença no exterior, visto que o potencial de negócios, neste momento, é bastante grande”, enfatiza Pontalti. No ano passado, a NEOBUS ampliou suas exportações em torno de 13%, com o total de 332 unidades enviadas aos clientes estrangeiros.

A meta é ampliar nos volumes de produção de forma gradativa e constante. Para isso, a empresa pretende intensificar a atuação nos mercados da América Latina, exportando todos os modelos, como urbanos, rodoviários e micro-ônibus.

Em 2016, a NEOBUS produziu 1.519 unidades, com retração de 22% em relação ao ano anterior (1.957 unidades). Foram 821 urbanos, com destaque para o MEGA PLUS, 506 micro-ônibus e 192 rodoviários, da família New Road N10, que resultaram na participação de 10,6% na produção nacional.

Fonte: Secco Consultoria

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