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Patinetes compartilhados viram febre e alternativa de locomoção em São Paulo

Quem mora em São Paulo e pega o carro para se locomover, enfrenta o trânsito todo dia para ir e voltar do trabalho, já que são cerca de 6 milhões de veículos na cidade.

Foto: Rodrigo Trindade/UOL - Ilustração/UNIBUS RN

Antes, os transportes públicos como metrô, trem e ônibus eram a única saída, mas como a população não para de crescer e as linhas demoram muito para aumentar, essas alternativas estão sempre lotadas na hora do rush.

Por isso, a nova febre são as bikes e os patinetes compartilhados. Francisco Freitas, de 27 anos, é natural do Piauí e mora há sete anos em São Paulo. Para fugir do trânsito, ele prefere o patinete do que a bicicleta.

O patinete é um pouco mais recente e já tem quatro empresas fornecendo esse serviço na capital. A empresa Yellow, por exemplo, cobra R$ 3 para desbloquear o equipamento e R$ 0,50 por minuto de uso.

Já a Scoo cobra R$ 1 por quatro minutos de uso e depois R$ 0,25 por cada minuto de uso.

Para usar é bem simples, basta baixar o aplicativo no celular, usar o QR Code e pronto, automaticamente o valor é debitado no seu cartão de crédito.

Desde que a Yellow abriu em agosto do ano passado já foram mais de 1 milhão de compartilhamentos. A grande vantagem é que você pode pegar o patinete e a bicicleta e deixar em qualquer lugar, diferente das bikes da empresa TemBici, por exemplo, que você tem de pegar no ponto e deixar no mesmo ou em outro ponto.

Desde agosto do ano passado, a Avenida Faria Lima registra em média seis mil viagens por dia.

Jovem Pan

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