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Conheça o pior terminal rodoviário entre as capitais brasileiras

Usuários e comerciantes do terminal rodoviário de Porto Velho estão insatisfeitos e reclamam da falta de infraestrutura de qualidade no local. A rodoviária de Porto Velho está em primeiro lugar no ranking das rodoviárias com pior infraestrutura para uma rodoviária de capital no Brasil. As marcas de abandono na rodoviária são extremamente visíveis. No entorno da rodoviária, existe um canal que passa dentro do terreno que favorece o surgimento de mato e aglomeração de lixo, mal cheiro, além da existência de buracos na entrada e saída dos ônibus, sujeiras no saguão e dentro dos estabelecimentos. As instalações estão precárias e devido a falta de reparos e limpeza, os locais abandonados servem de residência a usuários de drogas, que acaba passando um sinal negativo e distanciando os passageiros que chegam à capital de Rondônia.

Foto: Divulgação/Fortalbus

A falta de investimentos na infraestrutura da rodoviária de Porto Velho afeta principalmente os comerciantes e empresas de ônibus. Segundo o motorista de ônibus que trabalha na rodoviária, Walio Pereira, a capital já deveria ter uma rodovia digna para atender à população e passageiros que chegam em nosso Estado. “O espaço aqui ficou incompatível pelo crescimento da nossa capital. A rodoviária já deveria ter um novo espaço mais adequado para os passageiros. Com esses buracos na entrada e saída dos ônibus, já gerou muitos prejuízos para as empresas pois muito de nossos carros já quebraram aqui, tanto chegando de viagem como na saída”, desabafou o motorista.

Os restos da caixa de gordura dos restaurantes da rodoviária estão vazando para uma das principais vias da capital, algo que não agrada aos taxistas que trabalham no ponto do local. “A nossa rodoviária está péssima. Essa rodoviária aqui é uma casa de ninguém, ela não tem uma administração direita, é uma bagunça. Tem 20 dias que essa água está saindo daqui de dentro da estrutura da rodoviária e está chegando aqui na entrada, e causa mal cheiro”, relatou o taxista Miguel Angel.

Diário da Amazônia

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