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Contêiner vira abrigo de ônibus sustentável em Cuiabá

Na semana passada, foi inaugurado em Cuiabá o primeiro abrigo de ônibus construído a partir do reaproveitamento de contêineres. A obra foi realizada pelas empresas Pantanal Shopping e a Edificatto Arquitetura que, após a execução, cederam a parada de ônibus à prefeitura em troca da exploração publicitária do espaço. 

Abrigo novo, feito em contêiner, e tecnologicamente equipado. Foto: Gustavo Duarte / Prefeitura de Cuiabá

A administração municipal pretende estender este modelo, que integra o programa Adote um Abrigo, para outros 82 espaços de diferentes regiões da cidade. Contratualmente, as empresas também assumem a responsabilidade de realizar as manutenções no espaço. O investimento no equipamento é de R$ 70 mil.

Contêineres restaurados

Os contêineres, que antes seriam descartados, se transformam em abrigos após passar por um processo de restauração de suas estruturas, que inclui: pintura, plotagem e a instalação de um jardim suspenso, que auxilia no isolamento térmico. A garantia dos novos abrigos é avaliada em 15 anos de vida útil.

As novas paradas têm ainda placas solares, pontos de recarga de celulares com USB e mini bibliotecas, além de painéis LED com informações em tempo real dos ônibus que se aproximam do local.

Transporte público

No último dia 24 de maio a prefeitura de Cuiabá lançou o processo de licitação para concessão do transporte coletivo da capital. É de se esperar que o exemplo da renovação dos pontos de ônibus acompanhe os avanços no texto da nova licitação, já que a realidade na capital mato-grossense, como aliás na maioria das cidades brasileiras, deixa a desejar no que tange à qualidade do serviço prestado e dos veículos em circulação. 

Em audiência pública realizada há duas semanas, os vereadores cuiabanos discutiram a proposta e encaminharam à prefeitura alguns itens que consideram estar faltando na licitação apresentada pelo executivo. São eles: uma redução no tempo de concessão do serviço (a proposta é de 30 anos), um maior número de ônibus com ar-condicionado assim que as empresas assumirem o serviço (o texto diz que 30% da frota devem ter o equipamento inicialmente), deixar claro as obras de melhorias, viárias e estruturais, e uma fiscalização que garanta a qualidade dos veículos que circularão.

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